sexta-feira, 4 de setembro de 2009
O SILÊNCIO!
Mas a releitura dos textos ja escritos não é proibida.
abraços.
sexta-feira, 27 de março de 2009
DASLÚ, LULA E A GANGUE DE DIADEMA
A Polícia Federal prendendo todo mundo que aparece na frente das câmeras de televisão é outro conforto sensitivo que o zé povinho acrescenta à sua satisfação psicológica, já em disfunção, por conta das sessões públicas de análise "Freud-globoniana" (o divã foi trocado pelo sofá) que ele se submete todos os dias através da famosa telinha da tevê.
Enquanto isso as gangues de Diadema são chamadas de "família" e todas as quintas feiras promovem arruaças em praças públicas ferindo transeuntes e fazendo arrastão. A pobre da delegada da cidade se submete ao vexamoso pergunta-resposta aos bandidos, mirins e adolescentes, para depois solta-los às ruas com passaporte para o crime.
E para não destoar da tônica das invasões, em que o MST é expert, petistas patrocinaram a invasão da Funarte em São Paulo, com novos transgressores maquiados de artistas, em busca de dinheiro público para suas artes muito cênicas.
"Para não dizer que não falei de flores", Lula, como sempre, demonstra mais uma vez estar preparado para o cargo que exerce constrangendo o premiê britânico que veio ao Brasil em missão de paz e estava sem armas, despreparado para qualquer tipo de embate; quase foi linchado pelas palavras lulescas de nosso presidente burlesco.
Assim, nem Freud agüenta; com trema no ü.
jusqu'à demain.
O BRASIL DE LULA
Aracruz fecha 4o tri com prejuízo de quase R$3 bi
Embraer fecha 4o tri com prejuízo de R$40,6 mi
Embraer fecha 4o tri com prejuízo de R$40,6 mi
EMBRAER tem prejuízo de R$40,6 mi no 4o tri
sábado, 21 de março de 2009
TODOS ESTÃO NA TRINCHEIRA... E NINGUEM ATIRA
sexta-feira, 20 de março de 2009
ESTÃO BRINCANDO COM FOGO
sábado, 7 de março de 2009
CHÁVEZ, O BELIGERANTE EM DESESPERO
quarta-feira, 4 de março de 2009
O VELHINHO ACORDOU
terça-feira, 3 de março de 2009
O CASO AGACIEL NO SENADO
O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), apresentou na tarde de hoje um projeto de resolução para fixar o mandato de dois anos para o diretor-geral da Casa. "Temos mandato para presidência do Senado, para as comissões e o diretor também precisa ter seu mandato", disse. A proposta de Mercadante estabelece mandato de dois anos, renovável por até mais dois anos e cria uma quarentena.
Ou seja, o titular do cargo terá de ficar quatro anos fora do cargo se desejar desempenhar a mesma função. "Precisamos mecanismos para não construir vícios administrativos", disse. Mercadante apresentou o projeto horas depois de o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afastar definitivamente Agaciel Maia do cargo de diretor-geral.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
AINDA SOBRE JARBAS
JARBAS E AS OBVIEDADES
A cúpula do PMDB vai se reunir amanhã e avaliar se deve punir o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele deu em entrevista à edição da revista Veja que está nas bancas. Um das estrelas do partido, o também senador Pedro Simon (RS), concorda com tudo o que foi dito por Jarbas, mas faz uma ressalva: "Acontece o mesmo com os outros partidos, PT, PSDB, DEM, PPS e PTB."
A análise das declarações vai ser feita pelo presidente do partido, deputado Michel Temer (SP), em reunião com os líderes. A cúpula do Congresso não se manifestou hoje.
Jarbas disse que "boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção", que o partido não passa de uma confederação de líderes regionais e que é uma legenda especializada em "clientelismo" para cobrar comissões. "A maioria (do PMDB) se especializou nessas coisas pelas quais os governos são denunciados: manipulação de licitações, contratações dirigidas, corrupção em geral", afirmou o senador pernambucano.
Sobre José Sarney (PMDB-AP), presidente do Congresso, Vasconcelos disse que "a moralização e a inovação do Senado são incompatíveis com a figura do senador" - Sarney não se manifestou. Ele chamou o Bolsa-Família de "o maior programa oficial de compra de votos do mundo" - nem o Planalto nem o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) responderam.
O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) antecipou que defenderá a saída do senador do partido. "Ele generalizou. Ele não deve se sentir confortável em permanecer no PMDB depois das críticas que fez ao partido. Ele deve sair", disse Cunha. O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), questionou a presença de Jarbas na sigla, mesmo sem pedir diretamente sua saída. "É uma incoerência. Ele fala tudo isso do partido e fica no partido? Não dá para entender", afirmou Alves.
"A opinião do senador está em desacordo com o que pensam as urnas, a Câmara e o Senado", disse Alves. Ele lembrou que o PMDB elegeu um número grande de prefeitos no pleito do ano passado (1.313 prefeituras) e teve o apoio dos deputados e dos senadores para comandar as duas Casas do Legislativo.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
CRISE ESTRUTURAL
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
2009
Mesmo com a dificuldade de atender a todos os compromissos entre São Paulo, Brasília e outros estados, estarei atento ao Blog e aos acontecimentos que devam ser comentados.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
FELIZ NATAL!
Aos meus leitores e eleitores: volto em janeiro de 2009!
terça-feira, 30 de setembro de 2008
PT, LULA, TARSO E A NOVA DITADURA
"Já tivemos exemplos em que havia um consórcio entre Ministério Público e um dado juiz e a partir daí se imaginava que se tinha fundado uma república. Vivemos isso em algum momento. Agora, em tempos mais recentes, temos vivido um tipo de república da polícia e também, às vezes, o consórcio com juiz e promotor."
Mendes reiterou a necessidade de enfrentar a "ditadura do grampo telefônico". "Aqui talvez seja um processo de devido controle dos principais setores envolvidos, seja o próprio Judiciário, o próprio Ministério Público, mas aí são dissintonias que não têm nenhum significado no sistema macro estrutural da Constituição. São questões que podem ser corrigidas sem nenhuma alteração constitucional. Uma mera alteração legislativa, às vezes, ou uma mera reinterpretação por parte do Judiciário já pode fazer essas correções." Ele condenou "tribunais de exceção" e as seguidas incursões de segmentos da máquina pública pela soberania.
Mendes declarou que "num Estado de Direito não há soberanos, todos estão submetidos à lei". "Quando alguém, quando algum setor começa a se autonomizar é porque estamos tendo alguma distorção no modelo de Estado de Direito", ressaltou o presidente do Supremo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
